29 de novembro de 2008

Idade mental

Existem muitas formas de se avaliar a idade do nosso cérebro, e uma delas é o site disponível em http://flashfabrica.com/f_learning/brain/brain.html. Está em japonês, ou chinês, mas o que interessa é o jogo, onde se colocam por ordem umas bolas com números que por lá surgem, e no fim somos informados da nossa idade mental.

8 de novembro de 2008

Yes, You did!!!

Roubado descaradamente do Tux Vermelho.

1 de novembro de 2008

Videoclip dos AC/DC em arte ASCII

O Nuno Markl diz que eles só aparecem em anos de crise, por isso, e como estamos em plena crise económica global, os AC/DC lançaram um álbum.
Mas o melhor é que resolveram criar um videoclip em arte ASCII. Veja-o em www.acdcrocks.com/excel/.

24 de outubro de 2008

Tiger Woods PGA Tour 08

Existe um bug neste jogo que permite que o Tiger Woods ande por cima da água, tal como podem ver no vídeo.

http://www.youtube.com/watch?v=h42UeR-f8ZA


Bug ou feature? É apenas um bug do jogo, ou trata-se de uma funcionalidade que o jogo tem. Obviamente que é uma feature, pois o Tiger Woods faz aquilo na realidade. Não acreditam? Então vejam o vídeo:

http://www.youtube.com/watch?v=FZ1st1Vw2kY

21 de outubro de 2008

Por um novo hino português

Heróis do mar, nobre povo
Nação valente e imortal

É assim que começa o hino português, criado por Alfredo Kail, pouco depois da implantação da República, que se comemorou ainda este mês, e que está quase a fazer 100 anos.

Apesar de tudo, o hino já tem algum tempo, e há quem, meio a sério, meio a brincar (muito), propôs que a canção Movimento Perpétuo Associativo dos Deolinda passasse a ser o novo hino.
Com notícias na Antena 3, destaque no Blitz, referência no blogue do meu homónimo Nuno Markl (que foi onde li a notícia) e mais alguma publicidade, a petição que apoia este movimento tem recebido centenas de assinaturas, totalizando esta petição o interessante número de 1774 assinaturas. Se quiser assinar, cliquem aqui.


A letra da canção é a seguinte:

Agora sim, damos a volta a isto!
Agora sim, há pernas para andar!
Agora sim, eu sinto o optimismo!
Vamos em frente, ninguém nos vais parar!

(resposta:)
Agora não, que é hora do almoço...
Agora não, que é hora do jantar...
Agora não, que eu acho que não posso...
Amanhã vou trabalhar...

Agora sim, temos a força toda!
Agora sim, há fé neste querer!
Agora sim, só vejo gente boa!
Vamos em frente e havemos de vencer!

(resposta:)
Agora não, que me dói a barriga...
Agora não, dizem que vai chover...
Agora não, que joga o Benfica...
e eu tenho mais que fazer...

Agora sim, cantamos com vontade!
Agora sim, eu sinto a união!
Agora sim, já ouço a liberdade!
Vamos em frente, é esta a direcção!

(resposta:)
Agora não, que falta um impresso...
Agora não, que o meu pai não quer...
Agora não, que há engarrafamentos...
Vão sem mim, que eu vou lá ter... (x13)

E um vídeo onde podem ouvir a música pode ser visto em baixo (ou vão aqui, que eu vou lá ter, para o verem no Youtube).

18 de outubro de 2008

As borlas do acesso à internet

O jornal público está a recolher os locais onde é possível ter acesso à internet gratuita, fora de casa.

Se conhece algum sítio onde é possível fazer isso, escreva na caixa de comentários em http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1344831&idCanal=61.

5 de outubro de 2008

Portátil Magalhães: uma fantochada ou uma boa iniciativa?

E a resposta à pergunta do título é: um pouco das 2 coisas.

Por um lado, temos todo o markting feito à volta do aparelho, que vai melhorar a educação no ensino primário, que é uma maravilha, que faz isto, aquilo e tudo o mais. E há ainda a questão do Controlo Parental eficaz, como disse o nosso primeiro.

Por outro lado esta acaba por ser uma boa iniciativa, pois vai permitir a muitas famílias terem um computador, em especial vai permitir que as crianças tenham acesso a um computador seu muito novas.


A fantochada


A primeira coisa que me saltou aos olhos foi a questão de ser um computador nacional.
Todos sabemos que o material usado para o fabrico de computadores vem normalmente de 2 sítios: China ou Taiwan, não de um país europeu, e este não é excepção.
O material deve ser quase todo fabricado fora da Europa, com algumas excepções, se bem que não sei qual é o hardware criado cá, mas talvez a capa o seja.

Além disso, há o facto de este modelo nem sequer ter sido criado por empresas portuguesas, já que se trata do Classmate PC, desenvolvido pela Intel, que permitiu que lhe dessem o nome de Magalhães. Depois a JP Sá Couto/Inforlândia montam os PCs numa fábrica em Matosinhos, colocam-lhe o Software e distribuem-no pelo país e pelo mundo (para já vão para a Venezuela, mas Argentina, Líbia, Brasil, Bélgica e Luxemburgo parecem interessados no Magalhães).

Depois de ver isto, ingenuamente ainda pensei: pode ser que o Software seja produzido cá em Portugal, pelo menos uma boa parte, e assim ainda se salvava alguma coisa, e poderíamos classificá-lo como portátil português, apesar de tudo.
A verdade é que a presença de português no software não é muito mais do que a língua usada nos programas, quando isso está completo (existe algum software que não tem a tradução para português completa), com algumas excepções, como são a presença de uma edição completa da Diciopédia, ou de um Linux Caixa Mágica 12 Mag (se bem que um Linux, por natureza, não é feito num único país, com a eventual excepção da sua apresentação final), uma edição especialmente concebida para este portátil. Muito pouco, se bem que seria um pouco inevitável ser assim. Até o referido software de controlo parental que vem por defeito não é português, apesar de existir uma alternativa que me parece boa, o Net-Mamma.

Quanto à instalação Dual Boot, com Windows XP e Linux Caixa Mágica 12 Mag, creio que, apesar de gostar da opção, o Linux não irá ter uma aceitação e uso muito alargados. O anúncio que o Steve Balmer da Microsoft veio fazer a Portugal, com a assinatura de um protocolo para a inclusão de mais algum software da companhia americana a incluir no Magalhães acaba por corroborar essa ideia. Para além de que poucos são os pais, professores, e especialmente crianças que vão usar intensivamente o mesmo, e muitos acabarão por nem o experimentar. Mas o tempo o confirmará, ou não. O facto de na sua versão comercial, que foi colocada à venda na Fnac, nem sequer vir com o Linux instalado indicia isso ainda mais.
A pressão da Microsoft certamente que iria ser sempre imensa, e tenho que admitir que um Magalhães sem Windows seria pouco exequível, infelizmente.
Os nossos vizinhos espanhóis, mas também outros colegas europeus e, especialmente sul-americanos, mais facilmente optariam por um Linux em exclusivo. Acredito que na Venezuela nem venham a ter Linux na versão que vá para lá.

Para ajudar à fantochada, temos o Sócrates a anunciar este portátil, fazendo-nos pensar que esta é uma iniciativa deste governo, financiada totalmente por este, desenvolvido totalmente por portugueses, o que não é bem verdade, já que uma parte dos custos inerentes à distribuição do computador aos alunos nas escolas, em especial a diferença entre o custo para os pais dos alunos (0 a 50 euros) e o seu custo de produção de 180 euros, é suportada pelas operadoras móveis, ao abrigo da atribuição de licenças 3G, sendo que o governo, através da UMIC, apenas escolhe onde o dinheiro se aplica e dá uma ajuda ao financiamento, pelo que disse o Sócrates (eventualmente apenas a parte burocrática da distribuição nas escolas e as sessões de apresentação), mas já estamos habituados a estas artimanhas de Markting, e agora que estamos a 1 ano das eleições elas ainda serão maiores. E os portáteis só vão ser entregues em 2009...
Para além disso, é dito pelo nosso primeiro que o "Magalhães é o produto da modernização do país" o que não está muito perto da verdade, dado o facto de, para o produzirmos, pouco mais fizemos do que juntar uns componentes importados e dar-lhe um nome, para além de que este Classmate foi especialmente pensado para países menos desenvolvidos...

Este computador é apresentado, em especial pelos governantes, como um meio que irá ajudar a melhorar a educação em Portugal. Mas estão a pensar no que dizem? Não será melhor começar por melhorar outras coisas mais importantes, como o conforto das salas de aulas, o material das mesmas, a própria gestão escolar? Talvez o Magalhães ajude, mas não faz milagres. Para além disso, ainda estão por provar as vantagens de usar um computador nas salas de aula, em especial por quem ainda está na sua formação primária, e que ainda está a começar a aprender a escrever.

Já agora, o controlo parental do Magalhães só será eficaz, se houver alguma vigilância e pró-actividade dos pais, já que não há software que faça milagres.

Mas nem tudo é mau.


Uma boa iniciativa (e daí talvez não)

Apesar de tudo, uma iniciativa destas tem o seu mérito, pois acaba por permitir que as crianças não incomodem ou estraguem os computadores dos pais, por um lado, mas por outro terão oportunidade de usar um computador desde bem novos, habituando-se desde novos às TIC, eventualmente, levando-as a dominar estas tecnologias com mais facilidade (mas não dominavam já?).

Já todos sabemos que as crianças desta idade (e até mais velhas) estão bem mais interessadas no lazer do que nos estudos, e o facto de terem à mão um computador para usarem em qualquer lado vai levar a que se acabem por distrair um pouco mais do que aconteceria se não tivessem o computador. Mas, bem ou mal, vão acabar por se habituar ao computador desde novos.
Mas, se colocassem computadores nas salas de aulas, com um rácio de 1 computador por 1 ou 2 alunos, não iria ter um efeito semelhante? Provavelmente sim, se bem que os miúdos que tivessem acesso a um computador em casa iriam ser mais beneficiados do que os que não tivessem, no momento de fazer TPC no computador.

E depois há a questão dos professores, em que alguns não sabem usar um computador, quanto mais ajudar/ensinar os miúdos a usá-lo. Mas isso também poderá ser resolvido em parte, e não será a globalidade, especialmente entre os mais novos (se bem que muitos desses estejam no desemprego).

Além disso, isto parece vir a ajudar às exportações portuguesas, porque a juntar ao milhão de Magalhães exportados para a Venezuela, devem vir por aí mais alguns, e apesar de importarmos muitas das peças para assemblar o computador, alguma coisa ficará por cá (umas dezenas de milhões, mais ou menos).


Em resumo, trata-se de mais uma bela operação de Markting a que este governo nos habituou, embora a iniciativa tenha as suas qualidades e virtudes.

16 de setembro de 2008

Uma (má) estatística

Hoje soube um número que me deixou absolutamente surpreso, especialmente quando comparado com outros países.

Esse número é 40%. Na República Checa é de cerca de 93%, na média da OCDE é de 77%, na Espanha e Grécia ronda os 60 a 70%.

Infelizmente esse valor não é bom para Portugal, pois representa o número de portugueses com 24 a 35 anos que têm, pelo menos o 12º ano.

Assustador, não é?

23 de agosto de 2008

Impossível? Talvez não

Se há algo que pode parecer meramente de ficção científica, é a possibilidade de transportar energia pelo ar. A verdadeira electricidade sem fios.

Até há alguns minutos achava que tal seria impossível, mas a partir do momento em que vi o vídeo em baixo, fico à espera de uma coisa do género:

Os jornais, o Nelson e os Jogos Olímpicos

Como é meu hábito, costumo ver as capas dos jornais, em especial os desportivos, no dia a seguir a um nosso atleta ganhar uma grande competição internacional.

Fiz isso quando a Naide foi bi-campeã europeia de pista coberta no salto em comprimento (Birmingham 2007), e nenhum jornal deu destaque ao feito, e também quando o Nelson Évora ganhou o mundial de salto em comprimento (aí apenas a Bola deu o devido e merecido destaque nos jornais "desportivos", mas 3 jornais generalistas deram bastante destaque).

Agora, temos o auge destes 3 eventos, e observe-se o que fizeram os jornais desportivos:

Excelente a capa d'O Jogo, já que apenas fala da vitória do Nelson na capa, e muito má a do Record (e eu sou benfiquista). A Bola continua a dar o devido destaque aos feitos do Nelson.


A capa d'O Primeiro de Janeiro vem na linha da que fez O Jogo, a do público é parecida, mas dá algum destaque a outras notícias, e as do DN e Correio da Manhã dão o principal destaque ao Ouro Olímpico do Nelson Évora.


Num país onde, para muitos, futebol é sinal de desporto, e vice-versa, é bom que os jornais desportivos, pelo menos nestes dias, façam o devido destaque a quem merece, por levar bem alto o nome de Portugal.

Recorde-se que o triunfo do Nelson Évora no triplo salto olímpico de Pequim acontece somente 12 anos depois do nosso último triunfo nuns Jogos Olímpicos, por Fernanda Ribeiro em 1996, nos 10000 metros.

Para finalizar, deixo apenas alguns pequenas factos estatísticos relacionados com as nossas medalhas olímpicas (já contando com as de 2008):
  • o atletismo deu-nos todas as 4 medalhas de ouro olímpicas;
  • das nossas 4 medalhas de ouro, 2 foram alcançadas por homens e 2 por mulheres;
  • metade das nossas medalhas de ouro foi para a maratona, mas foram também as primeiras;
  • das 22 medalhas que alcançámos, 10 foram pelo atletismo, 4 pela vela e 3 pelo hipismo (todas de bronze, sendo que a primeira delas foi também a primeira de sempre para Portugal, em 1924).
Agora lanço 2 perguntas: não merecem mais destaque estas modalidades, nomeadamente o atletismo? Quantos campeonatos do mundo, Jogos Olímpicos ou campeonatos Europeus alcançámos no futebol?

7 de agosto de 2008

11 de julho de 2008

Promete tanto que...

... promete menos do que o que temos.

Há alguns dias o nosso caro Primeiro-Ministro, José Sócrates, aquando do anúncio do projecto do carro eléctrico desenvolvido pelo consórcio Renault-Nissan disse o seguinte:

Se um carro eléctrico já existisse actualmente, apenas pagaria 30% do imposto automóvel, já que este imposto tem em 70% uma componente ambiental. O Governo está disponível para criar um quadro fiscal ainda mais atraente.
Afinal, a Quercus veio alertar que não é bem assim, e que os carros eléctricos já estão isentos de IA ( e também do Imposto de Circulação).

O homem tanto promete que chega a prometer como abaixamento aquilo que afinal é uma subida.

5 de julho de 2008

Nem isto?

No passado dia 11 de Abril o PSD de Ponte de Lima emitiu um comunicado, onde dava a conhecer uma proposta com vista a melhorar a recolha de resíduos sólidos urbanos e a incentivar a reciclagem. A proposta já havia sido rejeitada pela maioria CDS/PP.
Foram feitas 3 propostas com este fim:

  • Proceder à distribuição gratuita de contentores / cestos de recolha com cores diferentes (...), por cada habitação para se poder proceder à recolha selectiva do lixo porta-a-porta.
  • Criar meios de separação, nos espaços públicos, que permitam às pessoas depositar os seus resíduos no respectivo balde de forma distinta, favorecendo inclusivamente a recolha da água da chuva e dos resíduos verdes.
  • Reforçar a rede de ecopontos para a recolha selectiva de materiais.
Apesar de este executivo municipal, liderado Eng. Campelo, ser um defensor do ambiente, a verdade é que estas simples propostas (que nem são muito onerosas, nomeadamente a da distribuição de contentores individuais, que andará pelo preço de automóvel novo de média gama), que visam melhorar o ambiente, reforçar a reciclagem, e reduzir a produção de lixos indiferenciados, foram rejeitadas.

Gostava de saber o porquê da rejeição. Questões de ordem financeira? Questões logísticas? Outras questões relacionadas com a proposta? Ou foi um simples rejeitar por vir de onde vem?

26 de abril de 2008

Álvaro Parente: chegar, ver e vencer

É assim que se pode qualificar a estreia do Álvaro Parente naquela que é a antecâmara da Fórmula 1, o GP2, uma vez que na primeira corrida do Grande Prémio de Espanha de GP2, que decorre em Barcelona este fim-de-semana, largou do segundo posto da linha de partida, liderou a corrida toda (ou quase), e alcançou a volta mais rápida da corrida, alcançando assim mais um ponto, a juntar aos 10 da vitória.

A acrescentar a isto, convém referir que durante as últimas semanas decorreu o GP2 Ásia, uma prova que andou por terras asiáticas, e em que participaram alguns dos concorrentes do Álvaro, o que lhes dava alguma vantagem do ponto de vista de ritmo competitivo.
Refira-se ainda que o seu companheiro de equipa ficou muito longe do português, quer na qualificação, quer na corrida.

Amanhã realiza-se a segunda corrida deste fim-de-semana, mais curta e que é designada de sprint race, onde os 8 primeiros desta 1ª corrida (denominada de feature race) invertem as suas posições, e pontuam apenas os 6 primeiros, ao contrário dos 8 primeiros desta corrida.

Os meus parabéns ao Álvaro, por mais esta prova da sua qualidade. Será que vai juntar, ao título da Fórmula 3 britânica alcançado em 2005 e ao título das WSR do ano passado, um título da GP2 no seu ano de estreia? Difícil, mas já esteve mais longe.

Classificação

1. Álvaro Parente (Super Nova International) 1:01:09.902
2. Bruno Senna (iSport International) + 0.579
3. Andreas Zuber (Piquet Sports) + 1.511
4. Giorgio Pantano (Racing Engineering) + 3.768
5. Romain Grosjean (ART Grand Prix) + 8.155
6. Vitaly Petrov (Campos) + 19.729
7. Sebastien Buemi (Trust Team Arden) + 27.326
8. Kamui Kobayashi (Dams) + 27.945


Ficam ainda um vídeo com uma entrevista à ITV após a sua vitória e uma imagem do Álvaro no pódio.



12 de abril de 2008

Portagens nas SCUT's

Por definição uma portagem SCUT não tem custos para o utlizador, uma vez que SCUT significa isso mesmo: Sem Custos para o UTilizador. Mas isso não é impedimento a este governo para que venham a ter portagens.

A introdução de portagens nas SCUTs tem 2 condições: o rendimento per capita das regiões servidas pela autoestrada, e a existência de alternativas viáveis.
No caso da A28, que liga o grande Porto ao Alto Minho, nenhum destes critérios está cumprido: o rendimento per capita do Alto Minho fica longe do da média nacional, e a alternativa existente é a Nacional 13, que está cheia de pontes, zonas comerciais, semáforos, engarrafamentos, etc. A acrescentar a isto temos a alternativa ferroviária, mas esta é ainda pior que a nacional 13, pois a viagem desde Viana até Campanhã demora mais de 1 hora e meia, quando por autoestrada não chega a 1 hora. Ou seja, nenhum dos critérios está cumprido, mas ainda assim vai-se avançar com a introdução de portagens.

Se concorda que não devem ser introduzidas portagens na A28, assim como noutras SCUT's, assine a petição, dirigida ao Primeiro-Ministro, em www.naoasportagensnasscuts.com.
A petição já vai com mais de 10000 assinaturas, e continua a crescer a alto ritmo.