Há alguns dias o nosso caro Primeiro-Ministro, José Sócrates, aquando do anúncio do projecto do carro eléctrico desenvolvido pelo consórcio Renault-Nissan disse o seguinte:
Se um carro eléctrico já existisse actualmente, apenas pagaria 30% do imposto automóvel, já que este imposto tem em 70% uma componente ambiental. O Governo está disponível para criar um quadro fiscal ainda mais atraente.
Afinal, a Quercus veio alertar que não é bem assim, e que os carros eléctricos já estão isentos de IA ( e também do Imposto de Circulação).
O homem tanto promete que chega a prometer como abaixamento aquilo que afinal é uma subida.
No passado dia 11 de Abril o PSD de Ponte de Lima emitiu um comunicado, onde dava a conhecer uma proposta com vista a melhorar a recolha de resíduos sólidos urbanos e a incentivar a reciclagem. A proposta já havia sido rejeitada pela maioria CDS/PP. Foram feitas 3 propostas com este fim:
Proceder à distribuição gratuita de contentores / cestos de recolha com cores diferentes (...), por cada habitação para se poder proceder à recolha selectiva do lixo porta-a-porta.
Criar meios de separação, nos espaços públicos, que permitam às pessoas depositar os seus resíduos no respectivo balde de forma distinta, favorecendo inclusivamente a recolha da água da chuva e dos resíduos verdes.
Reforçar a rede de ecopontos para a recolha selectiva de materiais.
Apesar de este executivo municipal, liderado Eng. Campelo, ser um defensor do ambiente, a verdade é que estas simples propostas (que nem são muito onerosas, nomeadamente a da distribuição de contentores individuais, que andará pelo preço de automóvel novo de média gama), que visam melhorar o ambiente, reforçar a reciclagem, e reduzir a produção de lixos indiferenciados, foram rejeitadas.
Gostava de saber o porquê da rejeição. Questões de ordem financeira? Questões logísticas? Outras questões relacionadas com a proposta? Ou foi um simples rejeitar por vir de onde vem?
É assim que se pode qualificar a estreia do Álvaro Parente naquela que é a antecâmara da Fórmula 1, o GP2, uma vez que na primeira corrida do Grande Prémio de Espanha de GP2, que decorre em Barcelona este fim-de-semana, largou do segundo posto da linha de partida, liderou a corrida toda (ou quase), e alcançou a volta mais rápida da corrida, alcançando assim mais um ponto, a juntar aos 10 da vitória.
A acrescentar a isto, convém referir que durante as últimas semanas decorreu o GP2 Ásia, uma prova que andou por terras asiáticas, e em que participaram alguns dos concorrentes do Álvaro, o que lhes dava alguma vantagem do ponto de vista de ritmo competitivo. Refira-se ainda que o seu companheiro de equipa ficou muito longe do português, quer na qualificação, quer na corrida.
Amanhã realiza-se a segunda corrida deste fim-de-semana, mais curta e que é designada de sprint race, onde os 8 primeiros desta 1ª corrida (denominada de feature race) invertem as suas posições, e pontuam apenas os 6 primeiros, ao contrário dos 8 primeiros desta corrida.
Os meus parabéns ao Álvaro, por mais esta prova da sua qualidade. Será que vai juntar, ao título da Fórmula 3 britânica alcançado em 2005 e ao título das WSR do ano passado, um título da GP2 no seu ano de estreia? Difícil, mas já esteve mais longe.
Classificação
1. Álvaro Parente (Super Nova International) 1:01:09.902 2. Bruno Senna (iSport International) + 0.579 3. Andreas Zuber (Piquet Sports) + 1.511 4. Giorgio Pantano (Racing Engineering) + 3.768 5. Romain Grosjean (ART Grand Prix) + 8.155 6. Vitaly Petrov (Campos) + 19.729 7. Sebastien Buemi (Trust Team Arden) + 27.326 8. Kamui Kobayashi (Dams) + 27.945
Ficam ainda um vídeo com uma entrevista à ITV após a sua vitória e uma imagem do Álvaro no pódio.
Por definição uma portagem SCUT não tem custos para o utlizador, uma vez que SCUT significa isso mesmo: Sem Custos para o UTilizador. Mas isso não é impedimento a este governo para que venham a ter portagens.
A introdução de portagens nas SCUTs tem 2 condições: o rendimento per capita das regiões servidas pela autoestrada, e a existência de alternativas viáveis. No caso da A28, que liga o grande Porto ao Alto Minho, nenhum destes critérios está cumprido: o rendimento per capita do Alto Minho fica longe do da média nacional, e a alternativa existente é a Nacional 13, que está cheia de pontes, zonas comerciais, semáforos, engarrafamentos, etc. A acrescentar a isto temos a alternativa ferroviária, mas esta é ainda pior que a nacional 13, pois a viagem desde Viana até Campanhã demora mais de 1 hora e meia, quando por autoestrada não chega a 1 hora. Ou seja, nenhum dos critérios está cumprido, mas ainda assim vai-se avançar com a introdução de portagens.
Se concorda que não devem ser introduzidas portagens na A28, assim como noutras SCUT's, assine a petição, dirigida ao Primeiro-Ministro, em www.naoasportagensnasscuts.com. A petição já vai com mais de 10000 assinaturas, e continua a crescer a alto ritmo.
Quando comecei a ver este vídeo, não me apercebi do que era, pensando que seria uma brincadeira. Mais tarde comecei a aperceber-me de que estávamos numa sala de aula, onde uma professora tinha tirado o telemóvel a uma aluna, e esta, desrespeitando completamente a professora, exigiu que devolvesse o telemóvel. De seguida a cena continua, e a professora quase cai ao chão, tendo os colegas rodeado as duas intervenientes (uma é uma pessoa, a outra ainda estou na dúvida), nem sei bem se para as separar, se para agredir ainda mais a professora, que era mais baixa e frágil que a aluna.
Esta cena decorreu na aula de francês da turna 9.º C da Escola Secundária Carolina Michaëlis, situada no Porto, e foi filmada em plena sala de aula por outro aluno que também não era muito educado.
Depois o vídeo foi colocado online no Youtube e noutros locais pela internet, tendo sido devidamente divulgado, tendo chegado às televisões, jornais, rádios, sites noticiosos, onde teve a sua mais ampla divulgação. De referir ainda o vergonhoso título que o vídeo teve inicialmente no Youtube: "9º C em grande". Palavras para quê?
Eis o vídeo:
Peço desculpa se o mesmo tiver sido retirado do Youtube, mas dado o seu conteúdo, tem sido constantemente retirado do referido site.
Onde pára a educação dos jovens? E o respeito pelos seus superiores, sejam pais, professores, ou o que quer que seja?
Ao olhar para estes documentos elaborados por Abel Baptista, presidente da Assembleia Municipal de Ponte de Lima, e impressos em papel timbrado da Câmara Municipal de Ponte de Lima, um detalhe chamou-me a atenção: a gráfica que fez os papeis da Câmara.
Não que o nome fosse particularmente conhecido, mas sim pela sua origem: Águeda. Num documento onde se alerta para o estado do comércio em Ponte de Lima, onde se sugere a elaboração de um plano estratégico para o desenvolvimento económico e social de Ponte de Lima, consegue-se aperceber que nem a própria Câmara ajuda o comércio local, encomendando (provavelmente por concurso público) os papeis timbrados da Câmara a uma empresa de Águeda.
Com tantas gráficas a trabalharem em Ponte de Lima, porque é que a Câmara Municipal de Ponte de Lima fez esta (relativamente) pequena encomenda a uma empresa de fora? Se neste caso é assim, imagine-se nos outros.
A ideia não é nova. Aliás, esta ideia até já vem sendo seguida pelo próprio estado, mas esta chamou-me a atenção por se tratar de um jornal da minha terra, o Cardeal Saraiva.
Neste caso, são 700 devedores que totalizam 415 mil euros. Uma dívida bastante elevada para um pequeno jornal que enfrenta diversas dificuldades, sendo esta a última tentativa antes de recorrerem aos tribunais.
Como curiosidade, pode encontrar-se entre os devedores o Instituto da Segurança Social com 379 euros em dívida que já vem de 1997.
Nem sempre a administração dos sites criados e mantidos por voluntários corre sobre rodas, em especial quando a visibilidade e perspectivas de lucro com o site são elevadas. É o caso do Eurobilltracker, um site que tinha, e tem como finalidade acompanhar o percurso das notas de Euro. Em 7 de Novembro de 2005 eu tinha colocado neste blogue uma mensagem onde falava sobre o site, mas nestes dias recebi a newsletter do site a anunciar que alguns problemas levaram a que o site que estava anteriormente alojado em eurobilltracker.com (que ainda continua activo) já não é mantido pela mesma equipa que o mantinha antes de 24 de Dezembro de 200i7, que tinha evoluido desde o seu aparecimento, estando agora nas mãos de uma pessoa que terá como finalidade obter o lucro com este site. Rapidamente o site foi migrado para outro domínio, eurobilltracker.eu, estando mantido pela mesma equipa que mantinha o eurobilltracker.com antes de 24 de Dezembro de 2007.
Pede-se a quem tinha links, favoritos, etc para o endereço antigo que os mude para o actual. Para mais informações, consulte esta página, em inglês.
Embora seja um pouco em cima da hora, quero desejar a todos os leitores deste blogue, quer sejam frequentes ou apenas ocasionais, um Feliz Natal, cheio de paz, amor e alegria.
Por incrível que pareça, a resposta é não. E a razão não está no cliente, está no software, mais precisamente em alguns ficheiros do Windows Tour do Windows XP que foram gravados com uma cópia ilegal do Sound Forge 4.5.
O mundo ibero-americano teve no passado fim-de-semana um incidente que, apesar de ser diplomaticamente pouco cordial, já estava na altura de acontecer. Falo de quando o rei Juan Carlos de Espanha mandou calar o presidente "demacraticamente" eleito vitaliciamente Hugo Chávez da Venezuela, a propósito de ter chamado de fascista ao ex-primeiro-ministro espanhol Aznar, tendo continuado a falar.
Depois a conversa continua, mas o melhor é ver o vídeo.
Ou então ler o que se passou mais em pormenor em português, aqui.
O tema dos combustíveis é algo que nos preocupa a todos, seja simplesmente pelo aumento constante do preço do petróleo e dos combustíveis, e que está aí para ficar, seja pelas consequências que o uso dos combustíveis fósseis trazem para este planeta, seja pela previsível escassez do petróleo.
Ao visitar outro blogue, o BlogMinho, encontrei este texto da autoria de Gisela Rodrigues:
Temos visto o preço do barril de petróleo constantemente a aumentar, o que não favorece ninguém, pois como já sentimos implica a subida do preço dos combustíveis. Precisamos de substituir esta necessidade de petróleo urgentemente. Sabemos já que o biodiesel é uma alternativa que pode ser rentável para todos e por esta razão deixo aqui a minha sugestão. Se o Minho é uma região com tradição de cultivo de milho e este cereal pode ser a fonte necessária para o fabrico do biodiesel, então porque não explorarmos melhor esta produção. A região poderia resolver alguns problemas, como o aumento do desemprego devido essencialmente à crise no sector têxtil, o aumento de campos de cultivo ao abandono, a diminuição excessiva de espaços verdes e ainda o problema referido inicialmente do aumento do preço dos combustíveis. Para além destes factores positivos, existem financiamentos que podem contribuir para o sucesso desta cultura.
Os verdes solos do Minho por onde jorra a água das nascentes, ou da chuva, são ideais para esta cultura. O património que os nossos antepassados edificaram como os espigueiros e as Eiras que caracterizam as quintas do Minho, que outrora serviram de apoio à produção do milho poderiam ser reactivados e desta forma se recuperaria um património legado que na sua maioria se encontra em ruína.
Não são estas razões suficientes para pensar neste assunto…
Acrescentaria apenas dois pontos:
o Alto Minho será mais beneficiado por isto do que propriamente o Baixo Minho, mais industrializado;
as consequências "nefastas" que a produção de milho para a produção de biocombustíveis traria no preço dos alimentos, tal como comentaram no mesmo blogue, consequência que já se tem observado, por exemplo, no preço do leite. Curiosamente o Alto Minho também é mais afectado por este problema, uma vez que o rendimento per capita é superior nesta região do que no Baixo Minho.
Apesar de tudo, creio que será mais benéfica produção de biocombustíveis no curto e médio prazo, sendo que a longo prazo será de pensar noutras alternativas.
Ontem à noite a SIC Notícias convidou o Santana Lopes para uma entrevista englobada no Jornal das 9. A entrevista, que tinha uma duração prevista de 20 a 30 minutos, foi interrompida para passar a chegada do Mourinho ao aeroporto.
Como uma coisa destas é algo que só lembraria em Portugal, o Santana Lopes, e bem, abandonou a entrevista.
Depois de concluir O curso de Engenharia de Sistemas e Informática em Braga no ano de 2008, estou a trabalhar como programador informático em Viana do Castelo.
Interesso-me por bastantes coisas, sejam elas relacionadas com informática e tecnologias, política, vários desportos, etc.