30 de outubro de 2006

Mariza no top nacional com 3 discos e 10 platinas

Semana 43 de 2006 em http://www.artistas-espectaculos.com/topafp.php.

Impressionante e agradável.

25 de outubro de 2006

Ligações fixas adoptam tecnologias móveis

Observa-se no mercado de telecomunicações português uma adopção de tecnologias móveis para as comunicações fixas. Na verdade, em termos técnicos, tratam-se de ligações móveis, mas limitadas geograficamente, o que acaba por as transformar em ligações fixas, mas com uma geografia alargada.

O primeiro produto de ampla divulgação que adopta esta política foi o Optimus Home, que usa tecnologia GSM para fazer as comunicações entre o telefone (telemóvel, na prática) e o resto do mundo. O segredo é o cliente ver-se limitado aos locais onde pode usar o telemóvel, perdão, telefone. Os clientes ficam com um número fixo (2xx xxx xxx).

Mas recentemente, nas últimas 2 semanas mais propriamente, surgiram outros produtos.
O Kanguru Fixo foi o primeiro. Usa a tecnologia UMTS, tal como o Kanguru clássico, denominado de Kanguru Portátil, mas o cliente fica bloqueado a usar o serviço num determinado local, que será a sua casa ou escritório. Existe a possibilidade de mudar para o Kanguru Portátil.
O operador que apresentou esta proposta é o mesmo do Optimus Home, a Optimus.

A TMN apresentou também esta semana o serviço CASA T. Trata-se de um serviço para os clientes que tenham telemóveis TMN que, por uma mensalidade, permite-lhes fazer chamadas gratuitas para a TMN e para a rede fixa PT após o primeiro minuto, inicialmente em qualquer horário, mas futuramente apenas no período nocturno, ou por um preço superior durante todo o dia, mas sempre apenas a partir de um determinado local.

A Vodafone, após uma campanha que levantou algum interesse sobre o que vinha aí, desvendou o nome do produto, Vodafone Casa e pouco mais (nome e serviços das opções), e hoje começou a indicar as condições do produto no seu site, prevendo-se uma larga campanha para divulgar as condições. O serviço consiste em telefone e internet fixos, usando diversas tecnologias móveis, GSM para o telefone e UMTS para a internet, sendo que o serviço de telefone é o único que está limitado geograficamente.


Existem ainda serviços de rede fixa com tecnologia móvel menos divulgados ou mais camuflados, ou ainda em fase de testes, sendo de menor divulgação. Um dos casos é a Redvo que se encontra em fase de testes com a teconologia Wi-Max.

24 de outubro de 2006

Firefox 2.0 já disponível

Um dia antes do lançamento no site oficial da Mozilla Foundation, está disponível para download a versão 2.0 do Mozilla Firefox, Firefox para os amigos.

Podem obtê-lo a partir de

http://releases.mozilla.org/pub/mozilla.org/firefox/releases/2.0/

Esta nova versão traz novas funcionalidades e uma cara lavada.

21 de outubro de 2006

Afinal a contribuição audiovisual não subsidia a RTP

Este blogue errou.

Ao contrário do que eu disse anteriormente neste blogue, pelo que consta na lei da televisão, a contribuição audiovisual que aparece nas facturas da electricidade não subsidia a televisão pública, apenas as rádios públicas (Antena 1, Antena 2, Antena 3, RDP Internacional).

Fica a correcção.

Tarifas de electricidade afinal não aumentam 15,7% em 2007

Depois da polémica que foi o anúncio de um aumento (brutal) de 15,7% nas tarifas de BTN (Baixa Tensão Normal, a tarifa normalmente usada nas jabitações), como publiquei na mensagem anterior deste blogue, o governo resolveu limitar o aumento em 2007 a 6%.
Isto é apenas uma medida legislativa para o ano de 2007, tendo também aumentado o prazo de amortização da dívida que os consumidores têm para com a EDP e os produtores de electricidade que aconteceu porque os aumentos das tarifas de electricidade estavam limitados ao valor da inflação, mas também porque os custos de produção aumentaram acima do valor da inflação. Resolveu-se que a amortização dessa dívida seria paga ao fim de 3 a 5 anos, o que levou a que a ERSE sugerisse a tarifa de 15,7%. O novo prazo é de 10 anos, mas poderá não ser suficiente para que no futuro voltem a haver aumentos bastante elevados.

Isto tudo depois de uma grande polémica com os partidos da oposição contra este aumento, o Secretário de Estado a dizer que os consumidores são os culpados desta situação, o mesmo Secretário de Estado a queixar-se que tinha tido um dia mau quando culpou os consumidores, as empresas que queriam entrar no mercado liberalizado de electricidade a pensarem que poderiam entrar no mercado e os portugueses a fazerem contas e a pensarem onde vão tirar dinheiro para pagar a conta da luz.

A DECO afirma que ainda é necessário que seja revista a fórmula de cálculo das tarifas, por forma a que esta situação não se repita no futuro.

18 de outubro de 2006

Tarifas de electricidade aumentam 15,7% em 2007

Ficou hoje a saber-se que, para o ano que vem o preço das tarifas de electricidade vai aumentar em cerca de 16%. Tudo isto porque passámos vários anos a ter tarifas que não podiam subir mais que a inflação, o que levava a que aumentasse sempre no mesmo valor que a inflação.

Agora surge este aumento enorme, várias vezes superior à inflação, com o objectivo de reduzir em 3 anos o défice da factura da electricidade.

Os automobilistas já viram que os custos com a energia aumentaram. Os utilizadores de transportes públicos também vão vendo subidas. Agora, os consumidores de electricidade também vão ver que a energia está a subir a um bom nível, e que é necessário poupar.


Ainda na factura da electricidade
A factura de electricidade também vai ter outro aumento, neste caso de 4 cêntimos que correspondem a um aumento da taxa de contribuição para o audiovisual, a qual financia a RTP e a RDP.

Esperemos que isto ajude a um maior aumento da qualidade da programação das televisões e rádios públicas.

9 de outubro de 2006

Google compra YouTube (2)

Depois da dúvida a certeza. Poucas horas após eu ter criado uma entrada neste blogue, em que noticiava rumores da aquisição do YouTube por parte do Google, achando que o preço era elevado, eis que a confirmação da compra surge.

Segundo uma notícia do Público, a compra foi realizada, tendo sido o preço de 1650 milhões de dólares (1303 milhões de euros), 50 milhões de dólares acima do que tinha indicado e que apareciam nos rumores.

Como eu suspeitava, tudo se irá manter na YouTube, incluindo funcionários e fundadores.

Vamos ver o que sairá daqui.

Uma visita à Coreia do Norte

Encontrei num fórum este tópico de um fórum onde foi colocada uma tradução que de uma visita que um russo fez à Coreia do Norte (República Popular da Coreia, em ingês People's Republica of Korea, abreviado para PRK), devidamente ilustradas.

A impressão com que fiquei é de um país fechado, militarizado, cinzento e onde as pessoas vivem muito mal e com medo.

Vale a pena ver as fotos, principalmente agora que a Coreia do Norte voltou à baila com a realização de um teste nuclear, por forma a perceber como é o país que vive uma ditadura completamente fechada.
Não sei como seria Portugal antes do 25 de Abril de 1974, mas devia ter um isolamento em relação ao resto do mundo semelhante, devidamente adequado à época.


É caso para achar que o nosso cantinho à beira mar plantado, normalmente conhecido como Portugal, é um paraíso.

Google vai comprar a YouTube?

Correm rumores de que a Google pensa em comprar o grande fenómeno que é o YouTube. O valor de aquisição estimado é de 1.6 biliões de dólares (algo como 1.26 biliões de euros, ou seja, uma grande pipa de massa e que daria para fazer 76 (!) OPA's da Sonaecom à PT).

A hipótese está em aberto, podendo as negociações já estarem a correr, mas o valor da compra é um pouco elevado para o valor da empresa, quer o actual, quer o futuro. O facto é que o site gera um número de visitas bastante elevado, mas também é verdade que o Google já tem um site dedicado ao mesmo assunto, a partilha de vídeos, o Google Vídeo, mas foi ultrapassado pelo YouTube. Pode ser que a aquisição ocorra, mas deverá ser por valores um pouco mais baixos (menos algumas PT, leia-se).

É referido que esta fusão pode dar origem ao GooTube, mas não me parece. O que deve acontecer é apenas que continue o mesmo site, o mesmo endereço, até porque uma parte do valor tem a ver com o nome actual, mas vá recebendo algumas melhorias e alterações, como têm acontecido com os serviços e empresas que a Google compra. Outro problema com o nome é que já existe um site, o Gootube.net, que nem é afiliado com a Google, nem com a YouTube, e que tenta juntar os serviços do Google Maps com os do YouTube.

29 de setembro de 2006

Preço da gasolina

Porque é que das 2 últimas vezes que fui meter gasolina esta baixou no dia a seguir? E lá foram 50 cêntimos...

28 de setembro de 2006

VIII aniversário do Google

Estava a fazer uma pesquisazita no Google e deparo-me com um logo diferente (como fazem em várias ocasiões). Desta vez é o VIII aniversário.

O logo é este

Reparem na posição das velinhas.

É caso para dizer: parabéns Google e obrigado por estes 8 anos de pesquisas.

26 de setembro de 2006

Prós e contras: Portugal e Espanha!

Estive a ver esta noite o Prós e Contras, como tenho feito habitualmente. O tema era interessante e tinha a participação muito insólita e mediática de José Maria Aznar.

Achei o programa bastante interessante, nomeadamente a participação descontraída e aberta de Aznar, embora por vezes evasiva. Fátima Campos Ferreira, a apresentadora, esteve bastante activa, com alguma convivência com Aznar, tendo colocado questões bastante complicadas para este, tendo-se esquivado em algumas respostas e sido directo noutras. Pode estar destreinado da televisão, mas as "manhas" continuam.
Foi abordado directamente com Aznar o crescimento da Espanha, nomeadamente na economia e no emprego (de 12 milhões em 1976 e em 1996 para 18 milhões de empregados em 2006, ou seja, crescimento 0 em 20 anos e 50% em 10 anos) nos anos em que Aznar foi presidente do Governo espanhol. Um ponto que Aznar frisou foi que tal crescimento, na opinião dele só consegue ter sucesso se o peso do estado na economia diminuir. Não é nada que não tenha sido falado em Portugal. Mas ainda referiu que faltam algumas reformas, como a fiscal.

Outra participação interessante foi a do Director-geral da Seur (creio ser este o cargo). É um homem que mostrou ter conhecimento de diversas áreas das relações económicas entre Portugal e Espanha, tendo falado algum tempo e tendo abordado vários assuntos: desde o peso da banca espanhola em Portugal até à personalidade portuguesa e à forma como os portugueses entram no mercado espanhol e o abordam. Foi abordado o tema da forma como as pessoas se tratam em Espanha e Portugal: tu em Espanha e senhor doutor em Portugal, mas isso não será o problema da expansão.

Manuel Dias Loureiro e Hernâni Lopes foram os outros dois convidados presentes em palco. Tiveram um discurso com um ritmo completamente diferente: o primeiro muito rápido e o segundo muito lento, que deriva das suas personalidades.
Abordaram vários assuntos das relações ibéricas, nomeadamente a relações económicas.

Outra presença foi a do presidente da EDP, onde foi abordada a questão do proteccionismo estatal, que foi abordado com o pretexto da não presença da Iberdrola no conselho superior da EDP, apesar de ter uma presença forte na estrutura accionista da EDP, sendo o segundo maior accionista e o maior privado. Trata-se de uma ausência, por enquanto, motivada em grande parte por alguma pressão política. O proteccionismo existe, sendo que neste caso deve-se ao facto de a Iberdrola ser um gigante da mesma área que a EDP, e o medo que daí advinha de o sector energético português ficar controlado, nem que seja em parte, por uma empresa espanhola, levantando algumas questões de mercado que não são fáceis de resolver. Outro assunto abordado foi o Mibel, o mercado ibérico de energia que, após sucessivos atrasos derivados de mudanças políticas nos 2 países, finalmente arrancou este ano, em Julho.

A forma como as empresas portuguesas partem para Espanha, à procura da expansão, foi outro assunto abordado, com a questão das diferentes Espanhas (Galiza, Catalunha, País Basco, Astúrias, Andaluzia, etc) a ter que ser pensada, ou não, mas o problema de gestão da expansão tem que se manter, pois qualquer mercado é complicado.

A questão burocrática, pela forma como certos procedimentos administrativos legais são lentos em Portugal, mas rápidos em Espanha. Isso pode ser um impedimento no arranque, mas depois torna-se num obstáculo que ficou para trás e foi ultrapassado.

As oportunidades de crescimento surgiram em Portugal e na Espanha em alturas semelhantes, derivadas da adesão à União Europeia. A história dos dois países tem muito tempo, embora Portugal seja o país europeu com fronteiras mais estáveis, e está muito ligada e feita em paralelo: descobrimentos, império e sua queda, ditadura fascista, união europeia e moeda comum. Agora poderá haver uma união económica, com empresas dos 2 países a expandirem-se pelo mercado ibérico e a fazerem sinergias para se expandirem para outros mercados, onde a sua união pode ajudar a que ambos vinguem.

Outra questão colocada foi o porquê de muitas PMEs espanholas estarem a ir embora de cá, mas as grandes empresas conseguem manter-se.

Hernâni Lopes abordou uma questão muito importante a resolver e ultrapassar na forma como os portugueses não arriscam quando se expandem, ou quando fazem negócios em geral.


Foi um grande debate, quer pelos convidados, quer pelo tema, quer pela abordagem.

22 de setembro de 2006

Penalti a 5 metros da área

E não foi em Portugal...

15 de setembro de 2006