Mostrar mensagens com a etiqueta mundo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta mundo. Mostrar todas as mensagens

4 de dezembro de 2006

Como é que...

países como o Brasil, Venezuela, Brasil e outros, ou autarcas e líderes regionais, são reeleitos, quando grande parte dos que vêm os líderes desses países, regiões ou cidades como alguém que não foi um bom líder e que mereceria sair do lugar que ocupa.

Ontem foi reeleito Hugo Chávez para presidente da Venezuela por mais 8 anos (!?). Será por isto?


Editorial da Veja da semana de 22 de Novembro (via GLQL)

27 de novembro de 2006

Uma forte pergunta

Estava a ver um concurso do homem mais forte do mundo, com o nome de Arnold Shwarznegger e surgiu-me na mente esta questão: Porque é que os vencedores dos concursos do homem mais forte do mundo são habitantes de Leste?
Terá a ver com as práticas que se faziam há alguns anos por estas bandas, na altura da Guerra Fria em que havia doping para tornar os seus atletas mais fortes?

18 de novembro de 2006

Uma vírgula milionária

Esta mensagem é dedicada a todos aqueles que acham que as palavras com ou sem acento são a mesma coisa e/ou que as vírgulas e os sinais de pontuação não servem para nada.

É que uma vírgula mal colocada num contracto entre empresas canadianas pode render 2 milhões de euros a uma das partes.
Pelo que é noticiado, a Bell Aliant autorizou a Rogers Communications a usar as conexões telefónicas daquela. Posteriormente, aquela quis retirar-se do negócio, denunciando o contrato antes dos cinco anos. A cláusula em questão diz o seguinte (em inglês):

This agreement shall be effective from the date it is made and shall continue in force for a period of five (5) years from the date it is made, and thereafter for successive five (5) year terms, unless and until terminated by one year prior notice in writing by either party.
A vírgula dos milhões é a segunda. A Rogers invocou que o contrato teria de vigorar pelo menos cinco anos. A Aliant contrapôs que aquela segunda vírgula não conferia à frase esse entendimento: antes permitia concluir que o contrato poderia ser denunciado antes dos cinco anos de duração, desde que assegurado o pré-aviso de um ano.

Em minha opinião, a Aliant tem razão, e foi o que o regulador canadiano julgou.

A Rogers recorreu da sentença porque afirma que no contracto em francês existe uma afirmação diferente a clarificar o ponto.

Falta saber, e agora fiquei a saber para que servem, o que diz na cláusula sobre a língua que vigora em caso de divergência.

Nota: textos parcialmente copiados e alterados de aspirinab.weblog.com.pt.

17 de novembro de 2006

Sociedade pós-moderna

quando a cidadania é um valor de segunda, a participação é reduzidíssima, o apoio aos mais carenciados é cada vez menor, a preocupação com os outros e com a comunidade é nula; quando as escolas perdem a capacidade de ensinar, porque passam o seu tempo a educar e a impor regras que deveriam ser incutidas em casa; quando o respeito pelo outro não é mais do que uma memória do passado.
mais em Parar para Pensar

Dá que pensar.

15 de novembro de 2006

A história do 1

Apresento-vos um documentário de de Terry Jones, escritor e historiador, apresenta "The Story of 1" (traduzido aqui por mim como "A história do 1"), um documentário da BBC sobre a história dos números, com uns momentos de humor e aprendizagem.

O documentário tem uma hora, e é melhor não começar a ver se não tiverem tempo, senão ainda acabam por ver gastar uma hora a ver o vídeo.
Para os informáticos, podem gastar menos tempo se quiserem ver a história dos números binários, ou então se quiserem saber como funciona a base binária, e como os zeros e uns governam o mundo. Esta parte começa cerca dos 52 minutos.

Aprende-se algumas coisas a ver este vídeo. Eu aprendi.

Uma noite de sorte para uns, azar para outros

No aquecimento para o jogo dos sub-21 desta noite o Guarda-redes Paulo Ribeiro, que seria o suplente, lesiona-se. Parece não haver problemas de maior com ele, mesmo depois de ter ido para o hospital.

Para o substituir chamaram o sortudo João Cardoso de 23 anos e que é o 3.º Guarda-redes do Naval.


Sorte para uns, azar para outros.
Que o diga também outro Guarda-redes, Hilário, que de terceiro Guarda-redes do Chelsea num jogo passou a titular em vários jogos, incluindo Liga dos Campeões e jogos da Liga Inglesa (onde até chegou a defender um penalty), isto após a lesão grave dos 2 habituais titulares do Chelsea, o já recuperado Cudiccini (suplente habitual) e o titular Petr Cech que ainda vai estar parado mais uns meses, isto após várias semanas após a lesão.

9 de outubro de 2006

Uma visita à Coreia do Norte

Encontrei num fórum este tópico de um fórum onde foi colocada uma tradução que de uma visita que um russo fez à Coreia do Norte (República Popular da Coreia, em ingês People's Republica of Korea, abreviado para PRK), devidamente ilustradas.

A impressão com que fiquei é de um país fechado, militarizado, cinzento e onde as pessoas vivem muito mal e com medo.

Vale a pena ver as fotos, principalmente agora que a Coreia do Norte voltou à baila com a realização de um teste nuclear, por forma a perceber como é o país que vive uma ditadura completamente fechada.
Não sei como seria Portugal antes do 25 de Abril de 1974, mas devia ter um isolamento em relação ao resto do mundo semelhante, devidamente adequado à época.


É caso para achar que o nosso cantinho à beira mar plantado, normalmente conhecido como Portugal, é um paraíso.

28 de setembro de 2006

VIII aniversário do Google

Estava a fazer uma pesquisazita no Google e deparo-me com um logo diferente (como fazem em várias ocasiões). Desta vez é o VIII aniversário.

O logo é este

Reparem na posição das velinhas.

É caso para dizer: parabéns Google e obrigado por estes 8 anos de pesquisas.

26 de setembro de 2006

Prós e contras: Portugal e Espanha!

Estive a ver esta noite o Prós e Contras, como tenho feito habitualmente. O tema era interessante e tinha a participação muito insólita e mediática de José Maria Aznar.

Achei o programa bastante interessante, nomeadamente a participação descontraída e aberta de Aznar, embora por vezes evasiva. Fátima Campos Ferreira, a apresentadora, esteve bastante activa, com alguma convivência com Aznar, tendo colocado questões bastante complicadas para este, tendo-se esquivado em algumas respostas e sido directo noutras. Pode estar destreinado da televisão, mas as "manhas" continuam.
Foi abordado directamente com Aznar o crescimento da Espanha, nomeadamente na economia e no emprego (de 12 milhões em 1976 e em 1996 para 18 milhões de empregados em 2006, ou seja, crescimento 0 em 20 anos e 50% em 10 anos) nos anos em que Aznar foi presidente do Governo espanhol. Um ponto que Aznar frisou foi que tal crescimento, na opinião dele só consegue ter sucesso se o peso do estado na economia diminuir. Não é nada que não tenha sido falado em Portugal. Mas ainda referiu que faltam algumas reformas, como a fiscal.

Outra participação interessante foi a do Director-geral da Seur (creio ser este o cargo). É um homem que mostrou ter conhecimento de diversas áreas das relações económicas entre Portugal e Espanha, tendo falado algum tempo e tendo abordado vários assuntos: desde o peso da banca espanhola em Portugal até à personalidade portuguesa e à forma como os portugueses entram no mercado espanhol e o abordam. Foi abordado o tema da forma como as pessoas se tratam em Espanha e Portugal: tu em Espanha e senhor doutor em Portugal, mas isso não será o problema da expansão.

Manuel Dias Loureiro e Hernâni Lopes foram os outros dois convidados presentes em palco. Tiveram um discurso com um ritmo completamente diferente: o primeiro muito rápido e o segundo muito lento, que deriva das suas personalidades.
Abordaram vários assuntos das relações ibéricas, nomeadamente a relações económicas.

Outra presença foi a do presidente da EDP, onde foi abordada a questão do proteccionismo estatal, que foi abordado com o pretexto da não presença da Iberdrola no conselho superior da EDP, apesar de ter uma presença forte na estrutura accionista da EDP, sendo o segundo maior accionista e o maior privado. Trata-se de uma ausência, por enquanto, motivada em grande parte por alguma pressão política. O proteccionismo existe, sendo que neste caso deve-se ao facto de a Iberdrola ser um gigante da mesma área que a EDP, e o medo que daí advinha de o sector energético português ficar controlado, nem que seja em parte, por uma empresa espanhola, levantando algumas questões de mercado que não são fáceis de resolver. Outro assunto abordado foi o Mibel, o mercado ibérico de energia que, após sucessivos atrasos derivados de mudanças políticas nos 2 países, finalmente arrancou este ano, em Julho.

A forma como as empresas portuguesas partem para Espanha, à procura da expansão, foi outro assunto abordado, com a questão das diferentes Espanhas (Galiza, Catalunha, País Basco, Astúrias, Andaluzia, etc) a ter que ser pensada, ou não, mas o problema de gestão da expansão tem que se manter, pois qualquer mercado é complicado.

A questão burocrática, pela forma como certos procedimentos administrativos legais são lentos em Portugal, mas rápidos em Espanha. Isso pode ser um impedimento no arranque, mas depois torna-se num obstáculo que ficou para trás e foi ultrapassado.

As oportunidades de crescimento surgiram em Portugal e na Espanha em alturas semelhantes, derivadas da adesão à União Europeia. A história dos dois países tem muito tempo, embora Portugal seja o país europeu com fronteiras mais estáveis, e está muito ligada e feita em paralelo: descobrimentos, império e sua queda, ditadura fascista, união europeia e moeda comum. Agora poderá haver uma união económica, com empresas dos 2 países a expandirem-se pelo mercado ibérico e a fazerem sinergias para se expandirem para outros mercados, onde a sua união pode ajudar a que ambos vinguem.

Outra questão colocada foi o porquê de muitas PMEs espanholas estarem a ir embora de cá, mas as grandes empresas conseguem manter-se.

Hernâni Lopes abordou uma questão muito importante a resolver e ultrapassar na forma como os portugueses não arriscam quando se expandem, ou quando fazem negócios em geral.


Foi um grande debate, quer pelos convidados, quer pelo tema, quer pela abordagem.

22 de setembro de 2006

Penalti a 5 metros da área

E não foi em Portugal...

16 de março de 2004

Mudança política em Espanha

Pois é. Aquilo que não era muito previsível aconteceu: a Espanha mudou de cor política, passando do PP para o PSOE.
E digo que não era previsível, visto que ainda há menos de uma semana as sondagens publicadas levantavam outra dúvida: terá o PP maioria absoluta?

Tudo mudou por causa do 11 de Março (já são conhecidos como tal os atentados em La Tocha contra os comboios e que provocaram, pelo menos, 200 mortos), e da gestão que o governo vigente fez da situação. Então não é que tudo levava a crer que tinha sido a al-Quaeda quem perpetrou os ataques, inclusivé tendo eles reivindicado, e dizem que tinha sido a ETA, mesmo depois de ela ter negado e não ser um ataque tipico desta (pois não avisaram a polícia, ou alguém, antes do ataque). Pois bem. Não só disseram que tinha sido a ETA, como chegaram a enviar uma memo aos diplomatas espalhados pelo mundo a indicar-lhes para defender a tese ETA. Enfim, uma grande asneira.

Depois aconteceram as manifestações, ilegais por serem em dia de reflexão, que vieram virar a coisa. E depois não venham dizer que foram espontâneas: não se vão juntar 20 pessoas à porta da sede do partido do governo a pedir uma explicações ao governo sobre o atentado que tinha acontecido há 2 ou 3 dias. É que além de ser estranho, não se vai pedir informações que podem levar semanas, ou meses, a obter em 3 dias.

Enfim. Política é assim e pronto.